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anagoncalvesreikivivernaluz

Prestamos serviços, formação e voluntariado em : Reiki, karuna, Cristaloterapia, Meditação, Terapia de regressão, Psicologia Clínica, Acupunctura,Reflexologia, Osteopatia, Homeopatia, Naturopatia...

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Prestamos serviços, formação e voluntariado em : Reiki, karuna, Cristaloterapia, Meditação, Terapia de regressão, Psicologia Clínica, Acupunctura,Reflexologia, Osteopatia, Homeopatia, Naturopatia...

A verdadeira compaixão

 


 


 


 


 


Ao aprofundar a nossa compreensão da existência, abrimos a porta que leva à compaixão. O desenvolvimento de uma consciência da dor e da ignorância que nós, bem como os outros, vivemos, estimula simpatia e, depois empatia. Esse crescente interesse pelos outros inspira um sentimento de amor - um amor que perde as suas ligações com os nossos conceitos e sentidos, um amor que é sem sujeito nem objecto.


A compaixão é a capacidade de sentir plenamente a situação de uma outra pessoa. Relacionamentos familiares próximos ajudam a desenvolver essa capacidade, mas hoje em dia, o senso de união da família não é forte. Sem o apoio da família tendemos a nos retrair para dentro de nós mesmos, já que achamos tão difícil nos relacionar com os outros, mesmo com os nossos amigos, dedicamos todo o esforço para nos proteger não só a nós como aos nossos bens materiais. O Nosso interesse raramente vai além de nós mesmos, além das nossas necessidades e desejos pessoais. O cuidado para com os outros e a sensibilidade em responder a eles, ambos fundamentais à compaixão, têm pouca hipótese de se desenvolver.


Uma das formas de aprender compaixão é cultivar o desejo de ajudar os outros. Este simples gesto abre, automaticamente, o coração. Alargamos as nossas perspectivas e aumentamos a nossa sensibilidade às necessidades dos outros, e é isso que nos leva a desenvolver a capacidade de, efectivamente, servir de ajuda. Por fim, podemos aprender a amar sem qualquer motivo ulterior ou qualquer sentido de ego. Esse sentimento de amor altruísta estimula uma abertura que permite à compaixão surgir naturalmente. Podemos, então, agir com habilidade e compaixão em todas as circunstâncias.


 


- Como aprendemos a pôr de lado o fato de estarmos centrados em nós mesmos?


 


Quanto mais abertos estivermos, mais seremos capazes de comunicar com os nossos amigos, família, ou com qualquer pessoa. Abertura, num sentido último, significa compaixão. Em vez de reprimir ou tentar evitar os sentimentos, vamos abrir tanto quanto pudermos o nosso coração, expor os nossos sentimentos e a nossa personalidade. Fique muito quieto, respire muito delicada e suavemente, e mantenha a sua mente na presença de atenção e intenção pura. Assim que o relaxamento se tenha estabelecido, deste modo, os sentimentos interiores surgirão, nesse momento um calor interior surgirá, com esse calor e esse relaxamento vão sentir mais abertura, e com essa abertura, mais comunicação, visto que o calor interior se transmuta em sabedoria, serão capazes de ver as situações das outras pessoas com mais clareza, e, com essa clareza, poderão também aprender mais sobre vocês mesmos. Poderão abrir-se para a vossa natureza interior.


 


Quando o coração se abre verdadeiramente, podemos comunicar com todos os seres, com toda a existência. Podemos ver a natureza do samsãra. A abertura é a chave da compaixão, de modo que, quando conseguimos desenvolver uma abertura maior, o ego e a tendência a agarrar as coisas para nós perdem a força. Quando estivermos mais centrados, poderemos ver que cada indivíduo tem que passar por este ciclo do samsãra. Aprendemos a ter mais aceitação, e a compaixão cresce em profundidade e se torna mais abrangente.


A compaixão autêntica está para além dos pensamentos, para além do "ego", livre de qualquer crença de que há um "eu" presente no acto da compaixão. A verdadeira compaixão, portanto, gera um sentido profundo de aceitação, e mesmo de perdão, em relação àqueles que nos causaram dor ou infelicidade. Quando somos sensíveis às fraquezas e egoísmos dos outros, percebemos que o mal que fazem é feito simplesmente por ignorância.


 


- Como posso desenvolver um coração mais compassivo?


 


- Trabalhe com alegria em conjunto com as outras pessoas e coloque tanta energia no seu coração quanto puder. Seja natural e jovial.


Aprenda a aceitar os outros mesmo com as suas falhas, embora o mais alto sentimento positivo seja chamado de amor, até mesmo o amor é limitado pela relação sujeito - objecto: tentemos fazer com que aqueles que nos são próximos se enquadrem dentro do que sentimos que devem ser. Eles podem ser nossos amigos, nossos namorados, nossos filhos, ou mesmo Deus ou Buda. A compaixão aceita os outros como eles são. A pessoa que compreende a compaixão por inteiro não vê nunca qualquer separação entre "eu " e "outros". A compaixão é a resposta saudável e espontânea a todas as situações.


 


- Parece importante ajudar o próximo por compaixão. No entanto, muitas vezes não sei o que fazer; sinto-me ignorante e impotente na maioria das situações.


 


- A melhor maneira de mostrar compaixão é por meio do desejo de ajudar. Quando você não poder fazer nada numa situação, simplesmente deseje com sinceridade poder ajudar, embora esses sejam apenas pensamentos, ter bons pensamentos é algo que tem valor, pode também se dar conta que o motivo pelo qual não consegue ajudar é porque lhe falta sabedoria e força espiritual, mas o desejo irá encorajá-lo e fortalecerá a sua prática. Quanto mais desenvolver a sua prática, mais força terá para ajudar os outros.


O desejo consiste não apenas em palavras, mas num sentimento profundo que vem do fundo do coração, quando você tiver cultivado esse sentimento com vigor, então a disposição virá, e, depois a abertura, nesta altura, você consegue agir de modo eficaz, é assim que a compaixão começa, consegue ver os problemas dos outros, sentir a sua dor, a sua mágoa o seu sofrimento. O Seu desejo de ajudar será mais forte dependendo da sua abertura interior, quanto maior for a abertura mais profundo será o seu sentir.


 


- Às vezes, parece muito egoísta dizer: "Não posso fazer nada".


 


- Não! Quando você, de fato, quer ajudar com todas as suas forças, mas sabe que, na realidade, simplesmente não há nada que possa fazer, para ajudar os outros, você precisa ter ao mesmo tempo, sabedoria e força, o que significa compaixão. Quando uma destas qualidades ou ambas estão em falta, é difícil ser bem-sucedido. Apesar de você ter boas intenções, a falta de força significa falta de eficácia. É melhor desenvolver a sua atenção plena, a sua força, a sua capacidade de agir.


Primeiro, você precisa adquirir sensibilidade para ver o que uma situação contém dentro de si; assim poderá lidar com ela de modo apropriado, sem preparação é difícil levar a bom caminho as boas ideias.


 


- Sabedoria e meditação são para mim muito semelhantes. Qual é exactamente a ligação entre elas?


-
A sabedoria e a meditação poderse-ão tornar muito semelhantes. Meditação encontra-se no meio de dois pólos; a concentração e a contemplação. Concentração é a interiorização para reduzir o campo de atividade da mente inferior e fixá-la num ponto interno, fechando o foco de nossa atenção. É o processo de tornar a mente branca. A contemplação não é um estado, mas uma actividade que não pode ser incessantemente praticada, mesmo sendo a maior felicidade alcançável pelo espírito humano. Neste sentido, conseguindo concentração alcançamos a meditação, meditando ficaremos centrados e conseguiremos a contemplação, com estas duas bem enraizadas e praticadas, facilmente chegaremos á sabedoria, encontramos a felicidade. Felicidade essa que é a Excelência da vida intelectual, da vida segundo o espírito da vida segundo a capacidade de pensar, ou seja, a vida Intelectual, de preferência num contexto de bem-estar exterior e de moderação na vida prática.Com tudo isto entendemos o sofrimento dos outros, podemos cultivar o desejo de ajudar; depois, a disponibilidade para ajudar; então, nosso coração se abre. A sabedoria nos permite ver o que pode ser feito e nos dá a capacidade de aliviar o sofrimento dos outros.


 


Samsāra, o termo sânscrito e páli para "movimento contínuo" ou "fluxo contínuo" refere-se no budismo ao conceito de nascimento, velhice, decreptude e morte, no qual todos os seres no universo participam e do qual só se pode escapar através da iluminação. Samsāra está associado com o sofrimento e é geralmente considerado a antítese do nirvana (ou nibbana).




 


 


 

 


 


 

 


 

A verdadeira compaixão

 

 

 

 

 

Ao aprofundar a nossa compreensão da existência, abrimos a porta que leva à compaixão. O desenvolvimento de uma consciência da dor e da ignorância que nós, bem como os outros, vivemos, estimula simpatia e, depois empatia. Esse crescente interesse pelos outros inspira um sentimento de amor - um amor que perde as suas ligações com os nossos conceitos e sentidos, um amor que é sem sujeito nem objecto.

A compaixão é a capacidade de sentir plenamente a situação de uma outra pessoa. Relacionamentos familiares próximos ajudam a desenvolver essa capacidade, mas hoje em dia, o senso de união da família não é forte. Sem o apoio da família tendemos a nos retrair para dentro de nós mesmos, já que achamos tão difícil nos relacionar com os outros, mesmo com os nossos amigos, dedicamos todo o esforço para nos proteger não só a nós como aos nossos bens materiais. O Nosso interesse raramente vai além de nós mesmos, além das nossas necessidades e desejos pessoais. O cuidado para com os outros e a sensibilidade em responder a eles, ambos fundamentais à compaixão, têm pouca hipótese de se desenvolver.

Uma das formas de aprender compaixão é cultivar o desejo de ajudar os outros. Este simples gesto abre, automaticamente, o coração. Alargamos as nossas perspectivas e aumentamos a nossa sensibilidade às necessidades dos outros, e é isso que nos leva a desenvolver a capacidade de, efectivamente, servir de ajuda. Por fim, podemos aprender a amar sem qualquer motivo ulterior ou qualquer sentido de ego. Esse sentimento de amor altruísta estimula uma abertura que permite à compaixão surgir naturalmente. Podemos, então, agir com habilidade e compaixão em todas as circunstâncias.

 

- Como aprendemos a pôr de lado o fato de estarmos centrados em nós mesmos?

 

Quanto mais abertos estivermos, mais seremos capazes de comunicar com os nossos amigos, família, ou com qualquer pessoa. Abertura, num sentido último, significa compaixão. Em vez de reprimir ou tentar evitar os sentimentos, vamos abrir tanto quanto pudermos o nosso coração, expor os nossos sentimentos e a nossa personalidade. Fique muito quieto, respire muito delicada e suavemente, e mantenha a sua mente na presença de atenção e intenção pura. Assim que o relaxamento se tenha estabelecido, deste modo, os sentimentos interiores surgirão, nesse momento um calor interior surgirá, com esse calor e esse relaxamento vão sentir mais abertura, e com essa abertura, mais comunicação, visto que o calor interior se transmuta em sabedoria, serão capazes de ver as situações das outras pessoas com mais clareza, e, com essa clareza, poderão também aprender mais sobre vocês mesmos. Poderão abrir-se para a vossa natureza interior.

 

Quando o coração se abre verdadeiramente, podemos comunicar com todos os seres, com toda a existência. Podemos ver a natureza do samsãra. A abertura é a chave da compaixão, de modo que, quando conseguimos desenvolver uma abertura maior, o ego e a tendência a agarrar as coisas para nós perdem a força. Quando estivermos mais centrados, poderemos ver que cada indivíduo tem que passar por este ciclo do samsãra. Aprendemos a ter mais aceitação, e a compaixão cresce em profundidade e se torna mais abrangente.

A compaixão autêntica está para além dos pensamentos, para além do "ego", livre de qualquer crença de que há um "eu" presente no acto da compaixão. A verdadeira compaixão, portanto, gera um sentido profundo de aceitação, e mesmo de perdão, em relação àqueles que nos causaram dor ou infelicidade. Quando somos sensíveis às fraquezas e egoísmos dos outros, percebemos que o mal que fazem é feito simplesmente por ignorância.

 

- Como posso desenvolver um coração mais compassivo?

 

- Trabalhe com alegria em conjunto com as outras pessoas e coloque tanta energia no seu coração quanto puder. Seja natural e jovial.

Aprenda a aceitar os outros mesmo com as suas falhas, embora o mais alto sentimento positivo seja chamado de amor, até mesmo o amor é limitado pela relação sujeito - objecto: tentemos fazer com que aqueles que nos são próximos se enquadrem dentro do que sentimos que devem ser. Eles podem ser nossos amigos, nossos namorados, nossos filhos, ou mesmo Deus ou Buda. A compaixão aceita os outros como eles são. A pessoa que compreende a compaixão por inteiro não vê nunca qualquer separação entre "eu " e "outros". A compaixão é a resposta saudável e espontânea a todas as situações.

 

- Parece importante ajudar o próximo por compaixão. No entanto, muitas vezes não sei o que fazer; sinto-me ignorante e impotente na maioria das situações.

 

- A melhor maneira de mostrar compaixão é por meio do desejo de ajudar. Quando você não poder fazer nada numa situação, simplesmente deseje com sinceridade poder ajudar, embora esses sejam apenas pensamentos, ter bons pensamentos é algo que tem valor, pode também se dar conta que o motivo pelo qual não consegue ajudar é porque lhe falta sabedoria e força espiritual, mas o desejo irá encorajá-lo e fortalecerá a sua prática. Quanto mais desenvolver a sua prática, mais força terá para ajudar os outros.

O desejo consiste não apenas em palavras, mas num sentimento profundo que vem do fundo do coração, quando você tiver cultivado esse sentimento com vigor, então a disposição virá, e, depois a abertura, nesta altura, você consegue agir de modo eficaz, é assim que a compaixão começa, consegue ver os problemas dos outros, sentir a sua dor, a sua mágoa o seu sofrimento. O Seu desejo de ajudar será mais forte dependendo da sua abertura interior, quanto maior for a abertura mais profundo será o seu sentir.

 

- Às vezes, parece muito egoísta dizer: "Não posso fazer nada".

 

- Não! Quando você, de fato, quer ajudar com todas as suas forças, mas sabe que, na realidade, simplesmente não há nada que possa fazer, para ajudar os outros, você precisa ter ao mesmo tempo, sabedoria e força, o que significa compaixão. Quando uma destas qualidades ou ambas estão em falta, é difícil ser bem-sucedido. Apesar de você ter boas intenções, a falta de força significa falta de eficácia. É melhor desenvolver a sua atenção plena, a sua força, a sua capacidade de agir.

Primeiro, você precisa adquirir sensibilidade para ver o que uma situação contém dentro de si; assim poderá lidar com ela de modo apropriado, sem preparação é difícil levar a bom caminho as boas ideias.

 

- Sabedoria e meditação são para mim muito semelhantes. Qual é exactamente a ligação entre elas?

-
A sabedoria e a meditação poderse-ão tornar muito semelhantes. Meditação encontra-se no meio de dois pólos; a concentração e a contemplação. Concentração é a interiorização para reduzir o campo de atividade da mente inferior e fixá-la num ponto interno, fechando o foco de nossa atenção. É o processo de tornar a mente branca. A contemplação não é um estado, mas uma actividade que não pode ser incessantemente praticada, mesmo sendo a maior felicidade alcançável pelo espírito humano. Neste sentido, conseguindo concentração alcançamos a meditação, meditando ficaremos centrados e conseguiremos a contemplação, com estas duas bem enraizadas e praticadas, facilmente chegaremos á sabedoria, encontramos a felicidade. Felicidade essa que é a Excelência da vida intelectual, da vida segundo o espírito da vida segundo a capacidade de pensar, ou seja, a vida Intelectual, de preferência num contexto de bem-estar exterior e de moderação na vida prática.Com tudo isto entendemos o sofrimento dos outros, podemos cultivar o desejo de ajudar; depois, a disponibilidade para ajudar; então, nosso coração se abre. A sabedoria nos permite ver o que pode ser feito e nos dá a capacidade de aliviar o sofrimento dos outros.

 

Samsāra, o termo sânscrito e páli para "movimento contínuo" ou "fluxo contínuo" refere-se no budismo ao conceito de nascimento, velhice, decreptude e morte, no qual todos os seres no universo participam e do qual só se pode escapar através da iluminação. Samsāra está associado com o sofrimento e é geralmente considerado a antítese do nirvana (ou nibbana).